Certificado Digital

Diferença entre um servidor e um desktop

Trago um texto que aborda um assunto bastante interessante para quem atua ou deseja atuar na área de infraestrutura de TI: existe diferença entre um servidor e um PC comum atuando no papel de servidor?

A pergunta torna-se bastante pertinente se levarmos em consideração que a grande maioria das pequenas e médias empresas adota desktops para atuarem no papel de principais computadores da empresa, servindo outras máquinas de rede para acesso à base de dados de ERPs, para emissão de NFs, como servidor de arquivos e etc.

Se tratando de uma máquina que responde por quesitos críticos (tais como os citados acima), seria mesmo correto utilizar um desktop no lugar de um servidor?

Minha resposta é não! Vejamos o porque…

A primeira vista, um desktop e um servidor equiparam-se, visto que atualmente desktops já saem de fábrica com grande poder de processamento e armazenamento. No entanto, existem diferenças que realmente fazem A DIFERENÇA.

A principal questão aqui é que computadores desktop não são projetados para o uso contínuo, ou seja, não estão preparados para suportar grandes cargas de trabalho com rapidez e eficiência muito menos suportar expansão ou substituição de hardware sem a necessidade de paradas ao contrário de um servidor que é projetado levando em consideração estas necessidades fundamentais.

Em servidores são utilizados componentes e placas mais robustas, sistemas de redundância (discos, alimentação de energia, coolers e outros), sistemas de refrigeração mais elaborados, recursos avançados de gerenciamento, possibilidade de substituição e expansão de hardware sem a necessidade de paradas (Hot swap), além de suporte diferenciado que é oferecido pela maioria das grandes empresas do ramo. Tudo isso para garantir a disponibilidade e confiabilidade na entrega de serviços e continuidade dos negócios.

Dentre os principais aplicativos e sistemas implantados em um servidor, estão:

  • Servidor de arquivos e impressão;
  • Sistema Microsoft Exchange ou outro servidor de e-mail;
  • Firewall ou outro sistema de segurança;
  • Site da web ou intranet da empresa;
  • Banco de dados • solução CRM ou ERP;
  • Solução de e-commerce;
  • Active Directory.

O grande motivo que leva PMEs para a adoção de desktops como servidores é simples: O CUSTO! Na hora da aprovação de uma proposta, na grande maioria das vezes, a avaliação é feita exclusivamente pensando em valores, deixando de lado requisitos técnicos importantes para um ambiente de TI saudável.

Vamos imaginar o seguinte cenário:

Temos uma empresa de médio porte que, além das suas rotinas diárias, está em dias de fechamento de folha e emissão de relatórios. Vamos supor que esta empresa adotou como servidor um PC que acabou sobressalente e que por acaso este veio a queimar a fonte em um dia de grande carga de trabalho. Uma fonte de alimentação queimada, em um computador comum, é sinônimo de equipamento parado, ou seja, prejuízo na certa levando em consideração que a empresa deixaria de rodar tudo que estava fazendo por X horas até a substituição da mesma.

E agora, será que vale a pena economizar na aquisição e deixar uma empresa parada por um problema tão banal?

Bom, agora que você já sabe o que argumentar com seu chefe na hora de optar por um servidor ou desktop, apresente pra ele um servidor que atenda às necessidades da empresa.

Ah, antes que alguém deixe algum comentário revoltado: eu não condeno totalmente a utilização de desktop como servidor, desde que os processos envolvidos não sejam de nível crítico, ou seja, que não tragam problemas/prejuízos em caso de parada total do equipamento!

  • Um servidor é um sistema projetado especificamente para guardar, gerenciar, enviar e processar dados. Logo, existe toda uma tecnologia por trás deles, que são elas:
  • Faz deles mais confiáveis do que os desktops;
  • Ajuda-os a processar dados com mais rapidez e eficiência;
  • Pode ser estendida para suportar backup e segurança de dados;
  • Reduz os gargalos de dados, de modo que as informações fluem mais livres e rapidamente;
  • Foi projetado para ser ampliada conforme suas necessidades aumentarem.

Resumindo, um servidor é muito mais do que um desktop turbinado e não pode ser substituído por um. Os desktops são otimizados para executar sistemas operacionais amigáveis ao usuário, aplicativos de área de trabalho e para facilitar outras tarefas de área de trabalho. Mesmo que um desktop tenha a mesma velocidade de processador, memória e espaço no disco rígido que um servidor, eles não serão iguais, porque as tecnologias por trás deles foram projetadas para usos diferentes.

Partes do texto adaptados de Profissionais de TI.

Dell Experts: atendimento preferencial, capacitação e prêmios para consultores de TI

O consultor de TI é, sem dúvida, um dos profissionais mais sujeitos ao estresse na sua atividade diária. Afinal de contas, quando um cliente precisa decidir qual servidor é mais adequado para determinada necessidade, ou qual tecnologia uma empresa deve adotar, é ele quem “salva a pátria”.

E, na maioria das vezes, as pessoas são imediatistas e querem as respostas o mais rápido possível! Haja paciência, eficiência e disposição!

Sabendo das dificuldades enfrentadas por esse profissional – principalmente aquele que trabalha por conta própria –, a Dell desenvolveu o programa Dell Experts.

 
A Intel é uma das principais apoiadoras do programa e planeja trazer um conteúdo exclusivo para os membros aprofundarem ainda mais o conhecimento sobre tecnologia. Basta fazer um cadastro aqui para que o consultor de TI tenha acesso a um canal direto de contato com o time do Dell Experts.
É um contato exclusivo – e não o 0800 padrão – para que o consultor esclareça dúvidas, além de ter acesso a opções de soluções ideais para os problemas de hardware e software do cliente. Ele sempre será atendido pela mesma pessoa, que já conhece o seu caso, a sua história e a sua empresa. Assim, o profissional ganha agilidade e constrói um relacionamento ainda mais próximo com a fabricante. Além disso, essa turma de atendentes da Dell conta com um back-office de engenheiros especializados, capazes de solucionar qualquer problema em tempo recorde.

Quem já se cadastrou garante: o canal é mão na roda para resolver os problemas do dia a dia. Marcio dos Santos, consultor da empresa Informatech Informática, de Joinville-SC, afirma que “com a adoção do programa, deixamos de ser um simples atravessador e somos atendidos como se fizéssemos parte da equipe do cliente final. Recebemos atendimento diferenciado falando com pessoas especializadas que sabem que têm um cliente técnico na outra ponta”.

Outro fator importante é a capacitação dos consultores. Para isso, a Dell vai oferecer cursos técnicos sobre armazenamento, gerenciamento de sistemas, virtualização, infraestrutura de rede, consultoria para pequenas e médias empresas, entre outros. A Microsoft é uma firme parceira do programa, disponibilizando certificações com desconto especial e até mesmo sem custos aos consultores mais ativos do programa. Administração do Windows Server, Conceitos Básicos de Segurança ou de rede são 3 opções oferecidas, mas o leque de ofertas é imenso. Como já dissemos, para ter acesso a eles, basta se cadastrar e garantir a sua vaga, já que se trata de um programa superconcorrido.

Não acabou: os consultores também podem ser recompensados com prêmios a cada semestre. Quanto mais você recomendar a Dell, mais prêmios poderá ganhar: são impressoras, computadores e notebooks equipados com a mais nova geração de processadores Intel Core esperando por você.

Clique aqui, conheça todos os detalhes do programa e cadastre-se já!

*Devido ao sucesso do programa, o e-mail de confirmação do cadastro pode demorar alguns dias até ser enviado para você.

Gestor de TI: o que faz na prática o profissional?

A tecnologia está cada vez mais presente na rotina da maioria dos profissionais que lidam em ambientes organizacionais.

E, nesse contexto, a Tecnologia da Informação ganha mais importância. Mas você sabe o que é a TI?

O conceito envolve os aspectos humanos, administrativos e organizacionais relacionados ao processamento de dados, aos sistemas de informação, à engenharia de software, à informática e ao conjunto de hardware e software.

Nas organizações, de forma geral, pode-se dizer que a área de TI se torna parte essencial no fluxograma das instituições, com destaque para o gestor de TI. Ele é o profissional que, por meio das perspectivas gerenciais, cria métodos e ferramentas para os processos de gestão das tecnologias da informação, visando administrar de forma segura as informações, bem como planejar e organizar o uso de cada uma de maneira inteligente. O objetivo das ações é garantir competitividade às organizações.

O dia a dia do gestor de TI

Dentro das instituições, o profissional da Gestão de TI realiza diversas tarefas em seu dia a dia, as principais delas são:

  • administrar a infraestrutura física e lógica dos locais informatizados;
  • definir regras de utilização de sistemas;
  • gerenciar os recursos humanos participantes das tecnologias da informação;
  • acompanhar e definir rotinas;
  • controlar os serviços de sistemas operacionais e de banco de dados;
  • estudar e buscar reduzir os impactos tanto sociais, quanto econômicos e ambientais das tecnologias da informação na organização.

Assim, para trabalhar na gestão estratégica da informação, das tecnologias e dos processos que suportam seu processamento nas organizações, o gestor de TI pode atuar em diversas funções, sempre de acordo com o tamanho e maturidade da empresa. O fórum virtual ItForum 365 preparou um especial sobre o profissional de Gestão de TI no qual descreve as principais possibilidades de atuação na área. Nas empresas mais novas, o gestor de TI comumente assume a função de prover sistemas e tecnologias para otimizar a gestão da organização, enquanto que dentro das companhias mais maduras o gerente de TI costuma ajudar a definir estratégias empresariais, ideias, inovações, e ainda colabora com a criação de novos formatos de negócios.

Dessa forma, o mercado para a área de TI evoluiu. Se antigamente o gestor de TI era conhecido como o “cara da informática” e era o profissional procurado pela equipe quando a internet caia ou a impressora parava de funcionar, hoje o gerente de TI explora e aperfeiçoa as tecnologias, fazendo a conexão entre a ferramenta e a estratégia de negócios. Então, mais do que conhecimento das tecnologias, o profissional precisa de uma formação que lhe permita ter visão de negócios e o planejamento de ações estratégicas.

Fonte: Mercado em Foco

Possíveis interferências no Wifi

Saiba como diminuir as interferências sem fio que podem deixar o desempenho mais lento ou desconectar a rede Wi-Fi e os dispositivos.

Verifique se há interferências sem fio no caso de ocorrer uma destas situações:

  • Baixa intensidade de sinal no menu Wi-Fi
  • Conexão mais lenta com a Internet ao usar a conexão Wi-Fi
  • Transferência mais lenta de arquivos entre computadores usando o Wi-Fi
  • Impossibilidade de emparelhar um dispositivo Bluetooth, ou teclado sem fio.
  • Cursor do mouse se movendo de maneira errada ou acelerada ao usar mouse sem fio
  • Mensagens constantes de “conexão perdida” ao usar um dispositivo Bluetooth ou Wifi

Fontes de interferência

Os itens a seguir, se estiverem por perto, poderão causar interferência em redes Wi-Fi e dispositivos Bluetooth.

Fornos micro-ondas

Usar forno micro-ondas próximo do computador, do dispositivo Bluetooth ou da estação base Wi-Fi pode causar interferência.

Serviços Diretos de Satélite (DSS)

Os conectores e o cabo coaxial usados em certos tipos de antena parabólica podem causar interferência. Verifique se os cabos estão com danos que podem causar interferência por radiofrequência (vazamento RF). Substitua os cabos se você suspeitar que haja interferências.

Fontes de alimentação

Certas fontes elétricas externas, como linhas de transmissão de energia, trilhos ferroviários elétricos e estações de energia, podem causar interferências. Evite colocar a Estação Base AirPort, o AirPort Time Capsule ou o roteador Wi-Fi perto de linhas de transmissão em uma parede ou de uma caixa de disjuntor.

Telefones 2,4 GHz ou 5 GHz

Telefones sem fio que operam na faixa de 2,4 GHz ou 5 GHz podem causar interferências em redes ou dispositivos sem fio ao atender às chamadas.

Vídeo em radiofrequência sem fio 

Transmissores de vídeo sem fio que operam na largura de banda de 2,4 GHz ou 5 GHz podem causar interferências em redes ou dispositivos sem fio.

Alto-falantes sem fio

Áudio sem fio que opera na largura de banda de 2,4 GHz ou 5 GHz pode causar interferências em outras redes ou dispositivos sem fio.

Algumas telas de LCD e monitores externos

Algumas telas podem emitir interferência harmônica, principalmente na banda de 2,4 GHz entre os canais 11 e 14. Essa interferência poderá piorar se você estiver usando um notebook com a tampa fechada e houver um monitor externo conectado a ele. Altere o ponto de acesso para usar um canal de 5 GHz ou de menos de 2,4 GHz.

Cabos desprotegidos

Discos rígidos externos ou outros dispositivos que não estejam com os cabos bem protegidos podem interferir em dispositivos sem fio. Se desconectar ou desligar o dispositivo ajudar, troque o cabo que conecta o dispositivo ao computador.

Outros dispositivos sem fio

Outros dispositivos sem fio que operam na largura de banda de 2,4 GHz ou 5 GHz (transmissores sem fio, câmeras sem fio, babás eletrônicas, o dispositivo Wi-Fi de um vizinho) podem causar interferências nas conexões Wi-Fi ou Bluetooth.

Alguns dispositivos podem não indicar especificamente que operam na largura de banda de 2,4 GHz ou 5 GHz. A documentação do produto deve apresentar as frequências nas quais o dispositivo opera. Esses dispositivos podem ser chamados de “Dual Band”, “Wi-Fi” ou “sem fio”.

Barreiras sem fio

A localização do dispositivo e os materiais da construção do imóvel podem afetar o desempenho do Wi-Fi e do Bluetooth. Se possível, evite barreiras ou altere o local dos dispositivos Wi-Fi ou Bluetooth para que o caminho do sinal fique mais livre.

Exemplos:

  • O computador está embaixo de uma mesa de metal, e você usa um mouse sem fio (Bluetooth) em cima dela. O metal da mesa pode atuar como um escudo entre o mouse e o computador. Talvez você não consiga emparelhar o dispositivo com o computador ou o cursor do mouse se mova de modo irregular.
  • A Estação Base AirPort está no andar de baixo, e o computador, no andar de cima. O material entre os dois andares é concreto com reforço de metal. O chão do andar pode diminuir ou bloquear o sinal Wi-Fi da Estação Base para o computador. Talvez você perceba a velocidade da rede mais lenta, a força do sinal mais fraca ou não consiga se conectar à rede Wi-Fi.

Obstruções que refletem e absorvem radiofrequência (RF) incluem:

Tipo de barreira Potencial de interferência
Madeira Baixo
Materiais sintéticos Baixo
Vidro Baixo
Água Médio
Tijolos Médio
Mármore Médio
Gesso Alto
Concreto Alto
Vidro blindado Alto
Metal Muito alto

Reduzir os efeitos da interferência de outros dispositivos sem fio

Se houver muitos dispositivos sem fio conectados ao computador ou nas proximidades, talvez seja necessário ajustar os canais usados pelos dispositivos Wi-Fi.

Para minimizar a interferência entre os dispositivos Wi-Fi e Bluetooth:

  1. Altere os canais da rede sem fio. Para as Estações Base AirPort ou para o AirPort Time Capsule, redefina a estação base, e ela tentará usar os canais de 2,4 e 5 GHz com o mínimo de interferência ao inicializar.
  2. Se possível, conecte-se a uma rede sem fio de 5 GHz.
  3. Coloque o computador e o roteador Wi-Fi, assim como a Estação Base AirPort, mais próximos um do outro.
  4. Diminua o número de dispositivos Bluetooth sem fio ativos que estão conectados ao computador ou funcionando na área.

O Diagnóstico da rede sem fio pode ajudar a avaliar o seu ambiente Wi-Fi.

Fonte: Apple

Porque a sua empresa precisa de um sistema

Um sistema de informação é um conjunto de componentes que trabalham juntos para coletar, processar e disponibilizar informações para auxiliar no planejamento, controle, coordenação e no processo de tomada de decisão. Este sistema pode utilizar recursos computacionais para automatizar diversas etapas do processo. Entre os benefícios que sua empresa terá ao adotar um sistema estão:

  • Visualização de informações
  • Diminuição do trabalho
  • Organização de processos
  • Controle e rastreabilidade

Sistemas Sob Medida

Um sistema sob medida é aquele que será desenvolvido exatamente conforme as necessidades da sua empresa. Assim, você não precisará se adaptar para usar um pacote pronto, uma vez que a cultura de sua empresa estará presente no sistema a ser criado:

  • Eficiência – Todas as funções necessárias à empresa estarão disponíveis;
  • Eficácia – Não existirão funções desnecessárias;
  • Customização – Preservação da a identidade visual de sua empresa, com a utilização de cores e logos próprios.

Para evitar os problemas e ausência dos benefícios mencionados, você tem a opção de contratar uma empresa para criar um sistema de acordo com sua necessidade. Muitas empresas prestam este tipo de serviço, entre elas a NB TECH. O processo de criação de um sistema sob medida começa com o entendimento dos requisitos do sistema. A partir dos requisitos é possível definir custo e prazo de criação do sistema.

Além de atender a sua necessidade, sem que sua empresa precise mudar sua maneira de trabalhar, outra grande vantagem de um sistema sob medida é que ele pode crescer junto com a sua empresa. A medida que novos requisitos aparecerem, o sistema pode ser incrementado com novas funcionalidades. Além disso, seus dados ficam centralizados em uma única base de dados. Benefícios de um sistema sob medida:

  • Adaptado para sua realidade
  • Expansível
  • Dados centralizados

Concluindo

O primeiro passo para decidir qual sistema é mais adequado para sua empresa é entender qual sua necessidade atual e qual será sua necessidade no curto e longo prazo. Assim você poderá avaliar se o investimento em um sistema vai atender sua necessidade agora e no futuro. Se você precisa de ajuda para entender qual a sua necessidade, entre em contato com a NB TECH para que possamos auxiliar a sua empresa nesse processo.

A melhor opção para o Comércio Varejista é utilizar SAT CF-E OU NFC-E?

Desde o dia 1º de julho de 2015, tornou-se obrigatório o uso do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT-CF-e) para novos estabelecimentos e  estabelecimentos com equipamentos ECF com mais de 5 anos da data de sua lacração inicial. O SAT-CF-e trás a emissão eletrônica de cupons fiscais através do aparelho SAT homologado e de certificação digital. Serão documentados de modo eletrônico as operações de vendas dos estabelecimentos, este projeto pretende reduzir a sonegação, dar aos consumidores a possibilidade de consulta dos documentos fiscais e sua validade de forma mais simples e rápida através de aplicativos de smartphone e tablets, e também reduzir obrigações acessórias do comércio varejista, pois não será mais obrigatório o envio do REDF (Registro Eletrônico de Documento Fiscal) que são os arquivos da notas fiscal paulista, além da impressão de Mapa Resumo, Redução Z e Leitura X.

Também foi implantado a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), este documento substitui tanto a nota fiscal de venda consumidor modelo 2, quanto o cupom fiscal emitido por ECF neste caso fazendo o mesmo papel do SAT-CF-e. A NFC-e tem basicamente os mesmo requisitos do SAT-CF-e, porém sem a necessidade do aparelho SAT, umas vez que o envio é feito através do software emissor neste caso o próprio programa da frente de loja e certificado digital, processo que se assemelha à emissão de NF-e modelo 55.

Mas, diante dessas mudanças e a realidade do comércio varejista, qual o melhor sistema utilizar? SAT-CF-e ou NFC-e?

O que se deve levar em conta é:

Fluxo de clientes, uma vez que cada sistema tem uma velocidade de processamento, não vá testar a paciência dos seus clientes.

Conexão com a internet levada em conta uma vez que no caso do NFC-e não se pode fazer contingência off-line sendo necessário ter o SAT para se emitir em caso de contingência .

Quantidade de PDV’s, o que pode ser determinante na quantidade de aparelhos SAT, devido a capacidade e também adequação do software de venda.

Neste caso vale um estudo entre o desenvolvedor do aparelho SAT, do software de frente de loja e do proprietário do comercio varejista.

Você já ouviu falar em S@T Fiscal?

O Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) é um hardware responsável pela geração do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), sua assinatura digital e transmissão periódica à Secretaria da Fazenda, sem a necessidade de o contribuinte intervir ou formatar arquivos – basta que ele emita o documento fiscal pelo equipamento.

O SAT substituirá os emissores de cupons fiscais (ECFs) e será de uso obrigatório a partir de 1º de julho de 2015, inicialmente por novos contribuintes e por estabelecimentos comerciais cujos equipamentos ECF tenham 5 anos de uso. O equipamento SAT praticamente elimina erros no envio, fator que contribuirá para a redução do número de reclamações dos consumidores, autuações e multas dos lojistas. Os extratos dos documentos fiscais emitidos pelo sistema terão QRCode, que permitirá ao consumidor checar dados da compra e a validade do documento com o uso de smartphone e aplicativo específico da Secretaria da Fazenda.

Os varejistas não precisarão mais instalar um equipamento por caixa registradora. O SAT pode ser compartilhado por vários caixas, impressoras e rede de internet. Se o ponto-de-venda não estiver conectado à internet, o equipamento armazena todas as operações para serem enviadas à Secretaria da Fazenda assim que estabelecer conexão à Internet, ou pelo computador do escritório do estabelecimento comercial.

Lembrando que o SAT Fiscal só é válido para contribuintes do estado de São Paulo.

Obrigatoriedade do uso do SAT

Caso o estabelecimento seja inscrito antes de 01/07/2015, prevalece a atual obrigatoriedade de emissão de Cupom Fiscal pelo ECF, o qual deverá ser substituído pelo SAT quando o ECF completar 5 (cinco) anos da data da primeira lacração inicial indicada no Atestado de Intervenção.

Caso o estabelecimento seja inscrito a partir de 01/07/2015, deverá emitir o CF-e-SAT a partir da data da inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS.

Consulte o artigo 27 da Portaria CAT 102 de 28/08/2014.

O SIAC, software específico para lojas de calçados e confecções já está apto para atender a esta nova exigência fiscal.

Fonte: http://www.fazenda.sp.gov.br/sat/

O Fim do emissor NFe gratuito da SEFAZ

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A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informou que irá descontinuar seus sistemas gratuitos para a emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte (CT-e). Em dia 1º de Janeiro de 2017, o download do emissor gratuito já não será mais oferecido. A partir desta data, também não serão feitas novas atualizações, o que dificulta a vida de quem já baixou e utiliza o aplicativo.

O jeito é procurar outra alternativa para continuar emitindo NF-e, sem deixar que a sua empresa seja prejudicada ou multada. Felizmente, o objetivo deste post é ajudá-lo com isso.

Por que o emissor da SEFAZ está com os dias contados?

Uma pesquisa feita pela própria SEFAZ apontou que grande parte dos empresários migrou para outros emissores, mais completos e integrados com outros softwares, e este foi um dos motivos pelos quais a Secretaria optou por descontinuar o sistema.

Ainda assim, a notícia pegou muita gente de surpresa e causou burburinho entre os usuários do emissor de NFe gratuito. Isso porque a emissão de notas fiscais é obrigatória para as empresas (exceto MEI em alguns Estados brasileiros) e o trabalho não pode ser interrompido.

Qual a melhor alternativa para emitir NFe?

A SEFAZ recomendou que seus usuários comecem a procurar outras soluções desde já. Isso porque mesmo quem já tem o sistema instalado em seu computador terá o uso prejudicado caso haja alguma alteração nas regras de validação da NF-e e CT-e a partir de 1º de Janeiro de 2017.

Portanto, a melhor alternativa é buscar outro emissor o quanto antes. Tomar essa iniciativa agora vai facilitar a sua rotina e garantir que você não deixe de cumprir a legislação vigente, algo que pode comprometer até mesmo o orçamento da sua empresa. Uma dica é procurar o seu escritório de contabilidade para indicações de outro sistema para emissão de NF-e.

Vamos analisar a situação rapidamente:

O impacto desta decisão pode ser tanto positivo quanto negativo, depende da forma como os gestores das empresas vão encarar essa mudança. Você pode interpretar como mais um custo extra para a sua empresa em função de demandas da legislação, ou então como uma oportunidade de melhoria para o negócio, como novo investimento.

Se você está se perguntando: como isso pode trazer algum benefício para o meu negócio para ser visto como um investimento? Vamos explicar como o fim do emissor gratuito pode ser algo bom para a sua empresa.

Existem no mercado diversas opções e tipos de sistema para substituir o emissor gratuito NFe, existem até outros emissores gratuitos também. Mas existem também os sistemas de gestão, que dentre diversas outras funcionalidades, fazem a emissão de NFe.

Quando uma nota fiscal é emitida diversas informações precisam ser registradas e comunicadas à outras áreas da empresa como:

  • Informações para os livros fiscais
  • Baixa do pedido de venda
  • Baixa do saldo em estoque
  • Dados para emissão de cobrança para o cliente

Independente do seu tipo de negócio, estas informações são básicas e toda empresa precisa delas para funcionar.

Quando você utiliza um sistema de gestão integrado para fazer a emissão da nota fiscal estas informações são atualizadas automaticamente, são criados todos os vínculos entre pedido, nota fiscal, cobrança, saída do estoque portanto além de conseguir emitir uma nota fiscal de forma muito mais rápida, pois não é necessário digitar os dados da nota, o sistema gera as informações que você precisa após o faturamento.

Por este motivo eu acredito que o fim do emissor pode sim ser algo bom para a sua empresa, pois se até agora você ainda não tinha pensado em utilizar um sistema de gestão na sua empresa, esta pode ser uma ótima oportunidade para começar a pensar nisso.

Depois de tomar a sua decisão, será preciso seguir alguns passos:

1 – Credenciar o seu novo emissor junto à SEFAZ do seu Estado. 

Geralmente, este cadastro é bem simples e pode ser feito através do site da Secretaria da Fazenda. Seu contador poderá te orientar melhor sobre este tema.

2 – Conferir a validade do seu Certificado Digital.

O Certificado Digital é essencial para emissão de notas fiscais eletrônicas e você precisará migrá-lo para seu novo sistema. Caso ainda não tenha ou precise renovar este documento, procure uma Certificadora autorizada pela ICP (Autoridade de Chaves Públicas).

3 – Cadastrar as informações da sua empresa no novo emissor.

Para começar a emitir suas notas fiscais eletrônicas com outro software, você precisará preencher as informações da sua empresa, como CNPJ, Inscrição Estadual, Regime Tributário e afins. Isso pode variar de acordo com o emissor, mas a regra geral é a mesma.

Emissor de NF-e da NB TECH

A NB TECH oferece uma alternativa fácil de usar e de entender para gerar NF-e, e NFC-e. O software, chamado SysCommerce. Em média 5x mais rápido que o emissor gratuito da SEFAZ, o SysCommerce ainda faz o cálculo automático de valores e impostos, oferece backup das NFe emitidas por até 5 anos em servidor ftp e tem suporte gratuito.

Confira aqui  nota da SEFAZ.

 

Além do ERP SysCommerce, dispomos também de uma ferramenta super poderosa para emissão de NFe.

NB NFe Plus, que conta com os seguintes recursos em sua nova versão:

  • Processamento e envio da NFe e NFCe em apenas 05 segundos aproximadas: um dos mais rápidos do mercado
  • Envio automatizado da documentação ao destinatário e ao seu contador de forma automática e sem a utilização do Outlook;
  • Armazenamento dos arquivos em servidor web
  • Help disponível na própria aplicação em formato .chm com informações sobre operação e integração ao seu ERP;
  • Geração de boletos de cobranças integração a NFe
  • Sistema de Segurança da Aplicação

O NB NFe Plus atende aos regimes  distintos de tributação: Simples Nacional e Lucro Real

A instalação do componente foi re-estruturado para um único arquivo, que analisará os requisitos da maquina, realizará a instalação e configuração da aplicação e do Microsoft Framework 2.0.

Na utilização do certificado do tipo A3, a conexão do mesmo é feita durante o carregamento da aplicação, otimizando assim o tempo de processamento e dispensando informação do PIN durante a emissão da NF.

Dúvidas? Entre em contato conosco.

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Facebook é acusado de violar mensagens pessoais de usuários

Um tribunal de justiça na Califórnia abriu um processo contra o Facebook na última quinta-feira, 19. A empresa é acusada de ter coletado e armazenado mensagens pessoais trocadas entre usuários da rede social para supostos fins comerciais, o que é contra a lei que protege a privacidade dos cidadãos na internet dos EUA.

Segundo a ação, o Facebook montou um banco de dados com todos os links trocados entre usuários do aplicativo Messenger e pela ferramenta de chat no site da rede social. Com essa plataforma, a empresa pretendia fazer propostas comerciais a marcas que têm páginas na rede ou para anunciantes, sugerindo ferramentas de métricas de audiência com base nesses links.

O Facebook admitiu a existência do banco de dados em questão, mas disse que só contabilizava o número de links enviados e recebidos pelos usuários sem qualquer outra informação pessoal, como nomes, datas ou perfis ligados à conversa. Os dados eram armazenados em blocos e serviriam para fins de estatística, sem qualquer objetivo comercial, ainda de acordo com a empresa.

Uma audiência para que o Facebook apresente sua defesa diante da promotoria pública deve ser marcada até o final deste mês.

Via The Verge