A melhor opção para o Comércio Varejista é utilizar SAT CF-E OU NFC-E?

Desde o dia 1º de julho de 2015, tornou-se obrigatório o uso do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT-CF-e) para novos estabelecimentos e  estabelecimentos com equipamentos ECF com mais de 5 anos da data de sua lacração inicial. O SAT-CF-e trás a emissão eletrônica de cupons fiscais através do aparelho SAT homologado e de certificação digital. Serão documentados de modo eletrônico as operações de vendas dos estabelecimentos, este projeto pretende reduzir a sonegação, dar aos consumidores a possibilidade de consulta dos documentos fiscais e sua validade de forma mais simples e rápida através de aplicativos de smartphone e tablets, e também reduzir obrigações acessórias do comércio varejista, pois não será mais obrigatório o envio do REDF (Registro Eletrônico de Documento Fiscal) que são os arquivos da notas fiscal paulista, além da impressão de Mapa Resumo, Redução Z e Leitura X.

Também foi implantado a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), este documento substitui tanto a nota fiscal de venda consumidor modelo 2, quanto o cupom fiscal emitido por ECF neste caso fazendo o mesmo papel do SAT-CF-e. A NFC-e tem basicamente os mesmo requisitos do SAT-CF-e, porém sem a necessidade do aparelho SAT, umas vez que o envio é feito através do software emissor neste caso o próprio programa da frente de loja e certificado digital, processo que se assemelha à emissão de NF-e modelo 55.

Mas, diante dessas mudanças e a realidade do comércio varejista, qual o melhor sistema utilizar? SAT-CF-e ou NFC-e?

O que se deve levar em conta é:

Fluxo de clientes, uma vez que cada sistema tem uma velocidade de processamento, não vá testar a paciência dos seus clientes.

Conexão com a internet levada em conta uma vez que no caso do NFC-e não se pode fazer contingência off-line sendo necessário ter o SAT para se emitir em caso de contingência .

Quantidade de PDV’s, o que pode ser determinante na quantidade de aparelhos SAT, devido a capacidade e também adequação do software de venda.

Neste caso vale um estudo entre o desenvolvedor do aparelho SAT, do software de frente de loja e do proprietário do comercio varejista.

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