Certificado Digital

Dell Experts: atendimento preferencial, capacitação e prêmios para consultores de TI

O consultor de TI é, sem dúvida, um dos profissionais mais sujeitos ao estresse na sua atividade diária. Afinal de contas, quando um cliente precisa decidir qual servidor é mais adequado para determinada necessidade, ou qual tecnologia uma empresa deve adotar, é ele quem “salva a pátria”.

E, na maioria das vezes, as pessoas são imediatistas e querem as respostas o mais rápido possível! Haja paciência, eficiência e disposição!

Sabendo das dificuldades enfrentadas por esse profissional – principalmente aquele que trabalha por conta própria –, a Dell desenvolveu o programa Dell Experts.

 
A Intel é uma das principais apoiadoras do programa e planeja trazer um conteúdo exclusivo para os membros aprofundarem ainda mais o conhecimento sobre tecnologia. Basta fazer um cadastro aqui para que o consultor de TI tenha acesso a um canal direto de contato com o time do Dell Experts.
É um contato exclusivo – e não o 0800 padrão – para que o consultor esclareça dúvidas, além de ter acesso a opções de soluções ideais para os problemas de hardware e software do cliente. Ele sempre será atendido pela mesma pessoa, que já conhece o seu caso, a sua história e a sua empresa. Assim, o profissional ganha agilidade e constrói um relacionamento ainda mais próximo com a fabricante. Além disso, essa turma de atendentes da Dell conta com um back-office de engenheiros especializados, capazes de solucionar qualquer problema em tempo recorde.

Quem já se cadastrou garante: o canal é mão na roda para resolver os problemas do dia a dia. Marcio dos Santos, consultor da empresa Informatech Informática, de Joinville-SC, afirma que “com a adoção do programa, deixamos de ser um simples atravessador e somos atendidos como se fizéssemos parte da equipe do cliente final. Recebemos atendimento diferenciado falando com pessoas especializadas que sabem que têm um cliente técnico na outra ponta”.

Outro fator importante é a capacitação dos consultores. Para isso, a Dell vai oferecer cursos técnicos sobre armazenamento, gerenciamento de sistemas, virtualização, infraestrutura de rede, consultoria para pequenas e médias empresas, entre outros. A Microsoft é uma firme parceira do programa, disponibilizando certificações com desconto especial e até mesmo sem custos aos consultores mais ativos do programa. Administração do Windows Server, Conceitos Básicos de Segurança ou de rede são 3 opções oferecidas, mas o leque de ofertas é imenso. Como já dissemos, para ter acesso a eles, basta se cadastrar e garantir a sua vaga, já que se trata de um programa superconcorrido.

Não acabou: os consultores também podem ser recompensados com prêmios a cada semestre. Quanto mais você recomendar a Dell, mais prêmios poderá ganhar: são impressoras, computadores e notebooks equipados com a mais nova geração de processadores Intel Core esperando por você.

Clique aqui, conheça todos os detalhes do programa e cadastre-se já!

*Devido ao sucesso do programa, o e-mail de confirmação do cadastro pode demorar alguns dias até ser enviado para você.

Porque a sua empresa precisa de um sistema

Um sistema de informação é um conjunto de componentes que trabalham juntos para coletar, processar e disponibilizar informações para auxiliar no planejamento, controle, coordenação e no processo de tomada de decisão. Este sistema pode utilizar recursos computacionais para automatizar diversas etapas do processo. Entre os benefícios que sua empresa terá ao adotar um sistema estão:

  • Visualização de informações
  • Diminuição do trabalho
  • Organização de processos
  • Controle e rastreabilidade

Sistemas Sob Medida

Um sistema sob medida é aquele que será desenvolvido exatamente conforme as necessidades da sua empresa. Assim, você não precisará se adaptar para usar um pacote pronto, uma vez que a cultura de sua empresa estará presente no sistema a ser criado:

  • Eficiência – Todas as funções necessárias à empresa estarão disponíveis;
  • Eficácia – Não existirão funções desnecessárias;
  • Customização – Preservação da a identidade visual de sua empresa, com a utilização de cores e logos próprios.

Para evitar os problemas e ausência dos benefícios mencionados, você tem a opção de contratar uma empresa para criar um sistema de acordo com sua necessidade. Muitas empresas prestam este tipo de serviço, entre elas a NB TECH. O processo de criação de um sistema sob medida começa com o entendimento dos requisitos do sistema. A partir dos requisitos é possível definir custo e prazo de criação do sistema.

Além de atender a sua necessidade, sem que sua empresa precise mudar sua maneira de trabalhar, outra grande vantagem de um sistema sob medida é que ele pode crescer junto com a sua empresa. A medida que novos requisitos aparecerem, o sistema pode ser incrementado com novas funcionalidades. Além disso, seus dados ficam centralizados em uma única base de dados. Benefícios de um sistema sob medida:

  • Adaptado para sua realidade
  • Expansível
  • Dados centralizados

Concluindo

O primeiro passo para decidir qual sistema é mais adequado para sua empresa é entender qual sua necessidade atual e qual será sua necessidade no curto e longo prazo. Assim você poderá avaliar se o investimento em um sistema vai atender sua necessidade agora e no futuro. Se você precisa de ajuda para entender qual a sua necessidade, entre em contato com a NB TECH para que possamos auxiliar a sua empresa nesse processo.

A melhor opção para o Comércio Varejista é utilizar SAT CF-E OU NFC-E?

Desde o dia 1º de julho de 2015, tornou-se obrigatório o uso do Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (SAT-CF-e) para novos estabelecimentos e  estabelecimentos com equipamentos ECF com mais de 5 anos da data de sua lacração inicial. O SAT-CF-e trás a emissão eletrônica de cupons fiscais através do aparelho SAT homologado e de certificação digital. Serão documentados de modo eletrônico as operações de vendas dos estabelecimentos, este projeto pretende reduzir a sonegação, dar aos consumidores a possibilidade de consulta dos documentos fiscais e sua validade de forma mais simples e rápida através de aplicativos de smartphone e tablets, e também reduzir obrigações acessórias do comércio varejista, pois não será mais obrigatório o envio do REDF (Registro Eletrônico de Documento Fiscal) que são os arquivos da notas fiscal paulista, além da impressão de Mapa Resumo, Redução Z e Leitura X.

Também foi implantado a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), este documento substitui tanto a nota fiscal de venda consumidor modelo 2, quanto o cupom fiscal emitido por ECF neste caso fazendo o mesmo papel do SAT-CF-e. A NFC-e tem basicamente os mesmo requisitos do SAT-CF-e, porém sem a necessidade do aparelho SAT, umas vez que o envio é feito através do software emissor neste caso o próprio programa da frente de loja e certificado digital, processo que se assemelha à emissão de NF-e modelo 55.

Mas, diante dessas mudanças e a realidade do comércio varejista, qual o melhor sistema utilizar? SAT-CF-e ou NFC-e?

O que se deve levar em conta é:

Fluxo de clientes, uma vez que cada sistema tem uma velocidade de processamento, não vá testar a paciência dos seus clientes.

Conexão com a internet levada em conta uma vez que no caso do NFC-e não se pode fazer contingência off-line sendo necessário ter o SAT para se emitir em caso de contingência .

Quantidade de PDV’s, o que pode ser determinante na quantidade de aparelhos SAT, devido a capacidade e também adequação do software de venda.

Neste caso vale um estudo entre o desenvolvedor do aparelho SAT, do software de frente de loja e do proprietário do comercio varejista.

Você já ouviu falar em S@T Fiscal?

O Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) é um hardware responsável pela geração do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), sua assinatura digital e transmissão periódica à Secretaria da Fazenda, sem a necessidade de o contribuinte intervir ou formatar arquivos – basta que ele emita o documento fiscal pelo equipamento.

O SAT substituirá os emissores de cupons fiscais (ECFs) e será de uso obrigatório a partir de 1º de julho de 2015, inicialmente por novos contribuintes e por estabelecimentos comerciais cujos equipamentos ECF tenham 5 anos de uso. O equipamento SAT praticamente elimina erros no envio, fator que contribuirá para a redução do número de reclamações dos consumidores, autuações e multas dos lojistas. Os extratos dos documentos fiscais emitidos pelo sistema terão QRCode, que permitirá ao consumidor checar dados da compra e a validade do documento com o uso de smartphone e aplicativo específico da Secretaria da Fazenda.

Os varejistas não precisarão mais instalar um equipamento por caixa registradora. O SAT pode ser compartilhado por vários caixas, impressoras e rede de internet. Se o ponto-de-venda não estiver conectado à internet, o equipamento armazena todas as operações para serem enviadas à Secretaria da Fazenda assim que estabelecer conexão à Internet, ou pelo computador do escritório do estabelecimento comercial.

Lembrando que o SAT Fiscal só é válido para contribuintes do estado de São Paulo.

Obrigatoriedade do uso do SAT

Caso o estabelecimento seja inscrito antes de 01/07/2015, prevalece a atual obrigatoriedade de emissão de Cupom Fiscal pelo ECF, o qual deverá ser substituído pelo SAT quando o ECF completar 5 (cinco) anos da data da primeira lacração inicial indicada no Atestado de Intervenção.

Caso o estabelecimento seja inscrito a partir de 01/07/2015, deverá emitir o CF-e-SAT a partir da data da inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS.

Consulte o artigo 27 da Portaria CAT 102 de 28/08/2014.

O SIAC, software específico para lojas de calçados e confecções já está apto para atender a esta nova exigência fiscal.

Fonte: http://www.fazenda.sp.gov.br/sat/

O Fim do emissor NFe gratuito da SEFAZ

Contagem regressiva

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A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informou que irá descontinuar seus sistemas gratuitos para a emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte (CT-e). Em dia 1º de Janeiro de 2017, o download do emissor gratuito já não será mais oferecido. A partir desta data, também não serão feitas novas atualizações, o que dificulta a vida de quem já baixou e utiliza o aplicativo.

O jeito é procurar outra alternativa para continuar emitindo NF-e, sem deixar que a sua empresa seja prejudicada ou multada. Felizmente, o objetivo deste post é ajudá-lo com isso.

Por que o emissor da SEFAZ está com os dias contados?

Uma pesquisa feita pela própria SEFAZ apontou que grande parte dos empresários migrou para outros emissores, mais completos e integrados com outros softwares, e este foi um dos motivos pelos quais a Secretaria optou por descontinuar o sistema.

Ainda assim, a notícia pegou muita gente de surpresa e causou burburinho entre os usuários do emissor de NFe gratuito. Isso porque a emissão de notas fiscais é obrigatória para as empresas (exceto MEI em alguns Estados brasileiros) e o trabalho não pode ser interrompido.

Qual a melhor alternativa para emitir NFe?

A SEFAZ recomendou que seus usuários comecem a procurar outras soluções desde já. Isso porque mesmo quem já tem o sistema instalado em seu computador terá o uso prejudicado caso haja alguma alteração nas regras de validação da NF-e e CT-e a partir de 1º de Janeiro de 2017.

Portanto, a melhor alternativa é buscar outro emissor o quanto antes. Tomar essa iniciativa agora vai facilitar a sua rotina e garantir que você não deixe de cumprir a legislação vigente, algo que pode comprometer até mesmo o orçamento da sua empresa. Uma dica é procurar o seu escritório de contabilidade para indicações de outro sistema para emissão de NF-e.

Vamos analisar a situação rapidamente:

O impacto desta decisão pode ser tanto positivo quanto negativo, depende da forma como os gestores das empresas vão encarar essa mudança. Você pode interpretar como mais um custo extra para a sua empresa em função de demandas da legislação, ou então como uma oportunidade de melhoria para o negócio, como novo investimento.

Se você está se perguntando: como isso pode trazer algum benefício para o meu negócio para ser visto como um investimento? Vamos explicar como o fim do emissor gratuito pode ser algo bom para a sua empresa.

Existem no mercado diversas opções e tipos de sistema para substituir o emissor gratuito NFe, existem até outros emissores gratuitos também. Mas existem também os sistemas de gestão, que dentre diversas outras funcionalidades, fazem a emissão de NFe.

Quando uma nota fiscal é emitida diversas informações precisam ser registradas e comunicadas à outras áreas da empresa como:

  • Informações para os livros fiscais
  • Baixa do pedido de venda
  • Baixa do saldo em estoque
  • Dados para emissão de cobrança para o cliente

Independente do seu tipo de negócio, estas informações são básicas e toda empresa precisa delas para funcionar.

Quando você utiliza um sistema de gestão integrado para fazer a emissão da nota fiscal estas informações são atualizadas automaticamente, são criados todos os vínculos entre pedido, nota fiscal, cobrança, saída do estoque portanto além de conseguir emitir uma nota fiscal de forma muito mais rápida, pois não é necessário digitar os dados da nota, o sistema gera as informações que você precisa após o faturamento.

Por este motivo eu acredito que o fim do emissor pode sim ser algo bom para a sua empresa, pois se até agora você ainda não tinha pensado em utilizar um sistema de gestão na sua empresa, esta pode ser uma ótima oportunidade para começar a pensar nisso.

Depois de tomar a sua decisão, será preciso seguir alguns passos:

1 – Credenciar o seu novo emissor junto à SEFAZ do seu Estado. 

Geralmente, este cadastro é bem simples e pode ser feito através do site da Secretaria da Fazenda. Seu contador poderá te orientar melhor sobre este tema.

2 – Conferir a validade do seu Certificado Digital.

O Certificado Digital é essencial para emissão de notas fiscais eletrônicas e você precisará migrá-lo para seu novo sistema. Caso ainda não tenha ou precise renovar este documento, procure uma Certificadora autorizada pela ICP (Autoridade de Chaves Públicas).

3 – Cadastrar as informações da sua empresa no novo emissor.

Para começar a emitir suas notas fiscais eletrônicas com outro software, você precisará preencher as informações da sua empresa, como CNPJ, Inscrição Estadual, Regime Tributário e afins. Isso pode variar de acordo com o emissor, mas a regra geral é a mesma.

Emissor de NF-e da NB TECH

A NB TECH oferece uma alternativa fácil de usar e de entender para gerar NF-e, e NFC-e. O software, chamado SysCommerce. Em média 5x mais rápido que o emissor gratuito da SEFAZ, o SysCommerce ainda faz o cálculo automático de valores e impostos, oferece backup das NFe emitidas por até 5 anos em servidor ftp e tem suporte gratuito.

Confira aqui  nota da SEFAZ.

 

Além do ERP SysCommerce, dispomos também de uma ferramenta super poderosa para emissão de NFe.

NB NFe Plus, que conta com os seguintes recursos em sua nova versão:

  • Processamento e envio da NFe e NFCe em apenas 05 segundos aproximadas: um dos mais rápidos do mercado
  • Envio automatizado da documentação ao destinatário e ao seu contador de forma automática e sem a utilização do Outlook;
  • Armazenamento dos arquivos em servidor web
  • Help disponível na própria aplicação em formato .chm com informações sobre operação e integração ao seu ERP;
  • Geração de boletos de cobranças integração a NFe
  • Sistema de Segurança da Aplicação

O NB NFe Plus atende aos regimes  distintos de tributação: Simples Nacional e Lucro Real

A instalação do componente foi re-estruturado para um único arquivo, que analisará os requisitos da maquina, realizará a instalação e configuração da aplicação e do Microsoft Framework 2.0.

Na utilização do certificado do tipo A3, a conexão do mesmo é feita durante o carregamento da aplicação, otimizando assim o tempo de processamento e dispensando informação do PIN durante a emissão da NF.

Dúvidas? Entre em contato conosco.

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Facebook é acusado de violar mensagens pessoais de usuários

Um tribunal de justiça na Califórnia abriu um processo contra o Facebook na última quinta-feira, 19. A empresa é acusada de ter coletado e armazenado mensagens pessoais trocadas entre usuários da rede social para supostos fins comerciais, o que é contra a lei que protege a privacidade dos cidadãos na internet dos EUA.

Segundo a ação, o Facebook montou um banco de dados com todos os links trocados entre usuários do aplicativo Messenger e pela ferramenta de chat no site da rede social. Com essa plataforma, a empresa pretendia fazer propostas comerciais a marcas que têm páginas na rede ou para anunciantes, sugerindo ferramentas de métricas de audiência com base nesses links.

O Facebook admitiu a existência do banco de dados em questão, mas disse que só contabilizava o número de links enviados e recebidos pelos usuários sem qualquer outra informação pessoal, como nomes, datas ou perfis ligados à conversa. Os dados eram armazenados em blocos e serviriam para fins de estatística, sem qualquer objetivo comercial, ainda de acordo com a empresa.

Uma audiência para que o Facebook apresente sua defesa diante da promotoria pública deve ser marcada até o final deste mês.

Via The Verge

Ebook gratuito com 104 usos do SMS

Sobre o E-book

Ao longo de anos, as duas maiores empresas de serviço mobile do brasil, parceiras da NB TECH, coletaram muitos exemplos reais de usos do SMS. Neste guia, trazemos aqueles que são mais usados ou mais inusitados. Conheça diversas ideias e descubra como o SMS pode trazer benefícios para o negócio da sua empresa.

Mercados e Negócios Contemplados

– Financeiro
– Incentivo de Vendas
– Cartão
– Atendimento ao Cliente
– E-Commerce
– Avisos e Informações
– Relacionamento
– Comunicação com Equipe
– Monitoramento
– Processos
– Logística
– Comunicação com Alunos
– Comunicação com Pais
– Vestibular
– EAD – Educação a Distância
– Gestão de Pessoas
– Força de Vendas
– Saúde
– Utilidade Pública

Os sistemas da NB TECH já possuem a integração de envio SMS, mas disponibilizamos também sistemas para envio de SMS separadamente, caso você já tenha um ERP em sua empresa.

Para obter seu exemplar gratuito, basta clicar em um dos botões abaixo:

 

MEIs representam 76% das empresas abertas em 2015

O número de novas empresas no Brasil cresceu 5,3% em 2015, ao passar de 1.865.183 novos registros em 2014 para 1.963.952 no ano passado. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas.

De acordo com os economistas da consultoria, o resultado foi impulsionado pelo avanço de novos microempreendedores individuais (MEIs), que representaram 75,9% ou 1.491.485 do total das empresas criadas no país no ano passado.

“Tal movimento foi estimulado tanto pelos incentivos fiscais e menor burocracia associadas a esta natureza jurídica, bem como pela perda de postos formais no mercado de trabalho por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma, muitos deles como MEI formalmente constituídos, formas alternativas de geração de renda”,afirma o relatório.

Ainda segundo a Serasa, as MEIs vêm registrando aumento crescente desde o início da série histórica do Indicador. Em 2010, por exemplo, a fatia do segmento era de 49%.

Na sequência, por natureza jurídica, 167.767 (8,5% do total) foram registros de novas empresas individuais; 198.263 (10,1% do total) foram de sociedades limitadas e 106.437 (5,4% do total) foram de empresas de outras naturezas jurídicas.

Já por segmento de atuação, serviços segue na liderança, com a abertura de 1.198.698 companhias ou 61% do total, acompanhado de comércio (598.180 empresas ou 30,5% do total) e industrial (160.634 ou 8,2% do total).

A participação do segmento de serviços cresceu de 53,1% em 2010 para 61% no ano passado. Por outro lado, a representatividade do setor comercial tem recuado nestes últimos anos (de 35,6% em 2010 para 30,5% em 2015) e a das novas empresas industriais vem se mantendo estável, variando pouco – de 8,5% em 2010 para 8,2% em 2015.

 

REGIÕES

O sudeste apresentou o maior número de abertura de companhias em 2015, com 1.104.947 novos registros ou 51,7% do total. Em seguida, com 18,0% do total e 352.697 empresas, vem a região nordeste.

O sul ocupa o terceiro lugar, com 322.206 empresas criadas em 2015 (16,4% do total), seguida pelo centro-oeste, com 176.305 empresas (9,0% do total).

A região norte manteve o quinto lugar durante todo o ano, fechando 2015 com a criação de 97.796 empresas (5,0% do total).
Entre os estados, São Paulo liderou a abertura de empresas, com 27,5% dos novos empreendimentos ou 539.953 empresas criadas. Em seguida, ficou o Rio de Janeiro, com 216.074 nascimentos empresariais ou 11% do total e Minas Gerais se posicionou em terceiro, com o registro de 211.501 novos empreendimentos ou 10,8% do total.

Para o levantamento, são levadas em conta a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil, bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.

 

Fonte: Contabeis

Pequenas empresas passam a ter prioridade em licitações públicas

Os pequenos negócios agora têm prioridade nas compras feitas pelo governo federal. Na quarta-feira dia (6), entrou em vigor o decreto 8.538, de 6 de outubro de 2015, que estabelece tratamento favorecido e simplificado para o setor nos processos de licitação.

As licitações no valor de até R$ 80 mil passam a se destinar exclusivamente para os candidatos de pequeno porte. Nas contratações que superarem esse valor, a lei abre a possibilidade de criação de lotes exclusivos para o setor.

São beneficiadas as micro e pequenas empresas, os agricultores familiares, os produtores rurais (pessoa física), os microempreendedores individuais (MEI) e as cooperativas de consumo em todas as contratações realizadas por órgãos e autarquias da União.

Dispensa da comprovação de regularidade fiscal no momento da candidatura e preferência em casos de empate são alguns dos benefícios para as pequenas empresas previstos no decreto.

A legislação também estabelece que, nas licitações para compra de bens de pronta entrega ou locação de materiais, os pequenos negócios não são obrigados a apresentar o balanço patrimonial mais recente.

No ano passado, 16,9% dos gastos em compras do governo federal foram destinados a pequenas e médias empresas. Em números absolutos, isso representa R$ 7 bilhões de um total de R$ 41,6 bilhões, segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

 

Fonte: CorreioDoPovo